Os meus presentes para o meu Pai

Hoje é o dia do Pai. Como estamos em isolamento social não pude ir comprar um presente a uma loja.

Comecei por pensar no que o meu pai me faz, que é o pequeno-almoço na cama, mas ele come sempre na cozinha. Por isso, hoje revertemos os papeis. Eu e a minha mãe comemos o nosso pequeno-almoço na cozinha e fizemos o pequeno-almoço do meu pai, e levamo-lo à cama.

O meu segundo presente foi pensado no dia anterior, quando eu pousei uma flor, que o meu pai me tinha dado, numa mesa e ele na brincadeira disse que eu tinha desprezado a flor que me deu. Daí veio a ideia de fazer um poema sobre o meu pai ser bondoso e dar coisas a quem necessita.

Uma flor no meio do monte
Um coração bondoso a foi apanhar
Ele dá às pessoas necessitadas
E a flor um desejo pode realizar.

Quem a recebe de bom grado
Um desejo pode ter
Quem a deita ao chão
Não tem coração, podem crer.

O coração de um pai
Tudo pode dar
Uma flor simples
Em tudo se pode tornar.

 

O terceiro presente foi um postal coração, sugestão da professora Carla, e lá dentro tinha uma quadra que escrevi para o meu pai.

 

Olá, eu sou a Beatriz. Eu gosto de tocar violino, praticar judo e de estudar matemática.
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